segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Texto: De qualquer jeito a vida insiste em nascer.

A flor é um dos vegetais que considero mais belo. Todos os dias, as flores desabrocham para a vida, com sua beleza singela e inigualável.
Parecem que as flores cumpri direitinho a sua missão, a de viver... e viver bem. Entre pedras ou espinhos, elas nascem com o mesmo esplender que nascem em terras boas, brotam com a mesma beleza e desempenham com tanta delicadeza a tarefa de embelezar os olhos, a vida e a alma de quem sabe olhar e entender o seu encanto.
A flor erradia cheiro e beleza ao ambiente, não se sabe até hoje que a flor é capaz de inspirar tristeza, ela está presente em todos os momentos da nossa vida, desde o nascimento até a morte. Ela parece nos dizer: até nos momentos triste estou aqui, trazendo pureza e calma para engrandecimento do espírito.
Considero uma lição de vida para os humanos, que precisamos aprender mais com as coisas tão simples da vida, as quais nos trazem grandes ensinamentos. Aprender a viver de verdade, não apenas quando tudo estiver parecendo tudo bem. Lembre-se que alegrias, vitórias, dores e percas sempre existirão, são nesses momentos de obstáculos que precisamos escolher pelo o viver bem, assim como faz a flor, que como nós é uma criação de DEUS, o Deus que é fonte de vida e inspiração para quem o procura.
Podemos buscar fonte de inspiração também em outras criações do Pai celeste, assim como a flor tem também o nascer e o pôr do sol, o orvalho e a brisa da manhã que caem e desaparecem de mansinho, muitas vezes sem serem percebidos, porém com seu dever cumprido. E o vento? Que nos toca, que “traz e leve”, nossos pensamentos que jamais o ser humano poderá tolir essa liberdade intocável.
“Faça um teste, veja a vida com outros olhos, com outros sentimentos, procure usufruir do embrulho” que você recebeu ao nascer (a VIDA), quanto mais você souber desembrulhar com propósito, melhor viverá. Procure se ver, se conhecer, se tocar e se sentir, veja o outro, veja as belezas que temos gratuitamente. Vivemos sempre correndo, sem tempo para nada, jamais vamos alcançar o tempo, pois ele não espera por ninguém. Afinal, o que será da humanidade quando perder totalmente a arte de olhar a beleza da vida?
Autorado texto: Lúcia Lima,professora da escola Jorge Massilon

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